Visitar a maternidade

As visitas para conhecer a maternidade estão suspensas devido à pandemia.

Visitas às mães e bebês

Todas as visitas estão suspensas em decorrência da pandemia.

Curso para gestantes

Parabéns, você vai ser mamãe e um mundo de descobertas inicia em sua vida. Sabendo disso, a Unimed Litoral preparou o Viver Bem – Cegonha, para o propiciar às gestantes e seus acompanhantes conhecimento para o autocuidado no período gestacional e nos cuidados com o recém-nascido.

O grupo oferece aulas práticas repletas de conhecimento e vínculo, através de técnicas como banho humanizado, posições de amamentação e shantala para bebês. O grupo ainda conta com orientações sobre o parto,  primeiros cuidados com o bebê, puericultura e suporte psicológico na relação da mãe, pai e o bebê. Tudo pode ser feito ao lado de um acompanhante para participar com você deste momento tão especial.

Quantidade: 5 encontros.
Dias e horários: segundas-feiras das 19h30 às 21h30.
Inscreva-se aqui

 

 

Guia do Nascimento do Bebê

Clique aqui para acessar.

Procedimentos com a mãe

Para as pacientes em trabalho de parto, a realização de Enema (lavagem intestinal) ou Tricotomia (raspagem de pelos pubianos), são práticas já abandonadas, e só realizadas a pedido do obstetra e com consentimento da paciente. Esse profissional também é o responsável por orientar se a oferta de líquidos será feita durante o procedimento.

Durante o trabalho de parto, ofertamos métodos não-farmacológicos (de ambulação, diferentes posicionamentos, bola de pilates, massagens, calor local, ducha etc.) e farmacológicos (medicações, endovenosas e analgesia raquidiana-peridural) para alívio da dor. Em qualquer dessas opções, a oferta é feita sempre após orientação do médico obstetra e da equipe assistencial e aceitação ou solicitação da paciente.

A presença de um acompanhante à escolha da gestante é permitida por lei durante o pré-parto, o parto e o pós-parto. É esse acompanhante que irá prestar apoio, conforto e segurança à mãe.

Nas cesarianas, sejam elas de urgência ou programadas, e em trabalhos de parto, há a presença de um médico anestesiologista. Esse profissional também é acionado sempre que houver situações em que haja suspeita de descompensação clínica.

Em geral, a equipe que atua durante o parto ou a cesariana é composta por obstetra, obstetra-auxiliar, pediatra, anestesista e enfermeiro obstetra.

Para questões referentes a procedimentos como amniotomia (ruptura da bolsa), uso de ocitocina, avaliações periódicas da dilatação cervical pelo exame de toque vaginal, uso do partograma, controle da duração do trabalho de parto, posicionamentos da gestante ao longo do trabalho de parto, entre outros, os desejos preestabelecidos da parturiente serão levados em consideração e avaliados pelo obstetra e equipe assistencial. Caso haja necessidade de qualquer intervenção, a paciente será comunicada. Assim, o bem-estar materno e fetal é garantido e apenas os procedimentos mais adequados são realizados.

Procedimentos com o bebê

Assim que o bebê nasce -caso esteja em condições adequadas de acordo com avaliação pediátrica-, recomendamos o contato pele a pele entre mãe e bebê, bem como a amamentação na primeira hora de vida. Esse primeiro contato é realizado de forma confortável e segura e em um ambiente apropriado.

De acordo com recomendações da Organização Mundial da Saúde, o clampeamento do cordão umbilical deve ser feito entre 1 e 3 minutos para bebês a termo e entre 30 a 60 segundos para os prematuros – caso o bebê esteja reativo e sem qualquer problema visível no nascimento, considerando o aval pediátrico.

O atendimento pediátrico imediato é realizado por um pediatra do corpo clínico da maternidade. Esse atendimento busca verificar e avaliar, após o nascimento, sinais básicos de vitalidade e reflexos, bem como realizar um exame físico básico inicial e evitar hipotermia. Esse procedimento pode ser feito diretamente no colo da mãe, ou no berço aquecido, caso haja necessidade. A aspiração das vias aéreas superiores pode ser realizada se o pediatra julgar clinicamente necessário.

Nos casos indicados, o uso de PVPI via oftálmica será utilizado para prevenir a oftalmia neonatal.

No 1º dia de vida, é administrada a dose única de Vitamina K, com o intuito de prevenir hemorragia neonatal. De acordo com a recomendação da Sociedade Brasileira de Pediatria, a dose é aplicada via intramuscular.

O primeiro banho do bebê é realizado a partir de 6 horas de vida, salvo em situações clínicas específicas.

Bebê sempre junto com a mãe

O alojamento conjunto prevê que mãe e bebê fiquem juntos desde logo após o parto, estreitando o vínculo entre ambos e estimulando o aleitamento materno.

Manter a mãe e seu bebê sempre juntos é prioridade da Maternidade Santa Luiza e não ocorre somente se houver contra indicação médica neste sentido. 

Essa convivência desde as primeiras horas é supervisionada pelos médicos, enfermeiras e Equipe Multi, composta por Fisioterapeuta, Nutricionista, Fonoaudiólogo, Psicólogo e Assistente Social.

As vantagens desse modelo de alojamento conjunto são bem conhecidas da medicina: os bebês dormem melhor e choram menos; o aleitamento materno é normal e mais duradouro;  o bebê ganha peso mais rapidamente; as mães de primeira vez se sentem mais confiantes em lidar com o bebê e o vínculo entre o bebê e a mamãe se torna ainda mais estreito.

Durante o alojamento conjunto a equipe da Maternidade Santa Luiza vai trabalhar com a mãe pontos relevantes como a alimentação guiada pelo bebê

Na alimentação guiada, o bebê mama quando sente vontade e isso vai trazer benefícios como maior ingestão de colostro, repleto de substâncias imunológicas; ganho mais rápido de peso; menos icterícia; produção de leite mais rápida; menos ingurgitamento (acúmulo de leite) mamário e aleitamento materno mais duradouro.

Enxoval da mãe e do bebê

Clique aqui para acessar o Guia para Nascimento do seu Bebê.

Registro de imagens

Permitidos a fotógrafos e cinegrafistas pré-cadastrados, porém SUSPENSO em decorrência da pandemia.

Plano de parto

Documentos para internação

  • Documento de identidade com foto.
  • Carteira e a guia autorizada,
    se tiver plano de saúde.
  • Carteira de gestante, se possuir.
  • Exames complementares solicitados
    pelo médico assistente.
  • Consentimento assinado pelo
    paciente e testemunhas.
  • Menores de 18 anos devem
    estar acompanhadas por um
    responsável legalmente
    constituído e documentado.
  • Plano da Parto.

Quando procurar a emergência obstétrica ou ligar para o médico no final da gestação

  • Sempre que sentir dúvidas, você deve procurar o médico ou a Maternidade.
  • Diminuição dos movimentos do bebê: avalie o movimento do bebê após café, almoço e jantar. Ele deve mexer pelo menos 3 vezes em 1 hora. Se mexer menos que 3 vezes por hora, ou vá ao Hospital e Maternidade para avaliação.
  • Rompimento da bolsa: a bolsa amniótica costuma romper durante o trabalho de parto, mas pode ocorrer antes. Você pode notar o líquido em grande quantidade escorrer até pelas pernas, ou apenas perceber a roupa íntima constantemente úmida. O líquido amniótico é transparente. Na dúvida, coloque um absorvente e procure atendimento médico na Maternidade.
  •  Sangramento vaginal: Após a consulta, quando é realizado o toque vaginal, ou após relação sexual, pode ocorrer um pequeno sangramento. Porém, se o sangramento for em grande quantidade procure atendimento médico.

  • Febre: Se você medir sua temperatura e estiver superior a 37,8 graus, observe possíveis causas de febre como resfriados, problemas de garganta. Se não houver motivo, procure o médico imediatamente.

  • Trabalho de parto: As contrações de parto podem parecer uma cólica menstrual forte. Elas podem iniciar nas costas, se irradiando para o púbis e raiz das coxas. Associada à dor, você percebe sua barriga bem dura. Diferente de quando o bebê mexe, que algumas áreas ficam mais proeminentes, toda a barriga endurece. As contrações podem ser normais e indolores, mas não devem ser muito frequentes. Fora do período de nascimento (até 37 semanas), podem ocorrer até 6 a 8 por dia. Quando você perceber contrações, repouse por uma hora. Se necessário, tome um analgésico prescrito pelo obstetra.

    Após 1 hora em repouso, se você continuar a ter contrações:

    1. Com menos de 37 semanas de gestação: Procure orientação médica imediata.
    2. Com mais de 37 semanas de gestação, você deve avaliar a frequência das contrações, ir para o Hospital se estiver com 1 contração a cada 5 minutos (após 1 hora em repouso).

Repetindo, na dúvida, sempre procure o médico ou a Maternidade.